Publicado por Redação em Previdência Corporate - 17/03/2011

Dólar opera em queda, após trégua em aumento de aversão a risco

SÃO PAULO – O dólar comercial opera em queda de 0,24%, cotado a R$ 1,6700 na venda, acompanhando a redução global na aversão ao risco desta quinta-feira (17), embora a tragédia no Japão continue no centro das atenções. Depois do agravamento da situação de perigo nuclear na usina de Fukushima, o país ainda enfrenta a possibilidade de um grande apagão.

Segundo a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares, o mercado deve manter uma posição defensiva nos negócios. “A falta de informações confiáveis sobre o risco de um iminente desastre nuclear no Japão deixa todo mundo nervoso, abre espaço para todo tipo de especulação e fortalece a volatilidade”, afirma.

O agravamento do cenário externo faz com que os investidores desviem a atenção do possível anúncio de novas medidas para conter a valorização do real pelo governo brasileiro. Há alguns dias especula-se sobre a elevação do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), ampliação do compulsório no mercado cambial e a imposição de uma "quarentena" (obrigação de que o capital externo com destino ao mercado de capitais fique pelo menos 40 dias no País.

Ademais, a agenda econômica traz destaque para os indicadores norte-americanos e para o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal), que registrou aceleração em cinco das sete capitais brasileiras.

Indicadores norte-americanos
Os novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA registraram 385 mil, queda de 16 mil em relação a última medição. Já o índice de preços ao consumidor avançou em 0,5% em fevereiro, seguindo elevação de 0,4% no primeiro mês de 2011. Sem alimentos e energia, o indicador aumentou 0,2%, mesma taxa verificada em janeiro.

Os investidores recebem ainda os dados sobre a produção industrial de fevereiro e a pesquisa de atividade industrial da região de Filadélfia, divulgada pelo Fed (Federal Reserve).

Fonte: web.infomoney.com.br | 17.03.11


Posts relacionados

Previdência Corporate, por Redação

Ministério fiscaliza a previdência

Os regimes próprios de Previdência, como é o caso da capital potiguar, são monitorados pelo Ministério da Previdência Social (MPS). No caso do Natalprev são dois os fundos onde deverão estar as reservas que garantem a aposentadoria dos servidores municipais.

Previdência Corporate, por Redação

Setor tem a maior captação líquida da indústria de fundos em 2012

A categoria previdência teve a maior captação líquida -que é a diferença entre as aplicações feitas e os resgates- dentre os fundos de investimento em 2012, de R$ 35 bilhões.

Previdência Corporate, por Redação

Fundo de previdência complementar é penhorável a partir de 40 salários

A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (Brasília) acolheu parcialmente uma apelação proposta pela Fazenda Nacional contra decisão de primeira instância, mas decidiu que só pode ser bloqueada, em fundo de previdência complement

Deixe seu Comentário:

=