Publicado por Redação em Notícias Gerais - 23/03/2011

Capitalização estreia ano com receita 18,9% maior: R$ 984,6 milhões

O mercado de capitalização exibe cada vez mais musculatura, ao gerar receita mensal próxima de R$ 1 bilhão. Em janeiro, a venda de títulos de capitalização teve receita de R$ 984,6 milhões, aumento de 18,9% se comparado ao mesmo mês de 2010. Já as provisões técnicas cresceram 15,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando dos R$ 15,1 bilhões para R$ 17,4 bilhões.

Nota da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) destaca, entre os motivos da expansão,o incremento  dos títulos de “incentivo”, que tem estimulado novas oportunidades de negócios com o segmento empresarial e  contribuído para o bom desempenho do setor. Na avaliação do diretor executivo da FenaCap, José Ismar Tôrres, o resultado mostra que o setor “começa bem este ano, tendo já no primeiro mês um acentuado crescimento, cuja expectativa é de esses bons resultados sejam uma constante em 2011."

O título de capitalização, que funciona como a porta de entrada para acessar outras modalidades de produtos, em decorrência do processo de bancarização ocorrido nos últimos tempos, tem um custo médio de R$ 26, e isto facilita a pulverização do produto nas classes de menor renda. Para 2011, a FenaCap prevê que a taxa de crescimento se mantenha na casa dos dois dígitos para o setor, algo em torno de 15%.

O estado de São Paulo se mantém na primeira colocação, com R$ 359,3 milhões de faturamento e 36,5% de participação no segmento. O Rio Grande do Sul ocupa a segunda posição na classificação com R$ 110,1 milhões e 11,2% de representatividade e Minas Gerais a terceira colocação, com R$ 94,3 milhões de faturamento e fatia de 9,5% do setor. O Rio de Janeiro ocupa a quarta posição com R$ 91,7 milhões e 9,3% de participação nacional.

No entanto – quando comparado com o seu faturamento em janeiro de 2010 – o Rio Grande do Sul registrou o maior aumento nas vendas de títulos de capitalização do País, de 47,98%. Na segunda posição está o Ceará, com 36,91%, seguido de Minas Gerais, com 23,16%; e Rondônia, com 25,11. Neste contexto, o Estado do Rio de Janeiro caiu uma posição e passou a ocupar o quarto lugar, com R$ 91,7 milhões em vendas.

Fonte: www.cqcs.com.br | 23.03.11


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